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Empreendendo e Aprendendo

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O Social Commerce se tornou uma mina de diamantes. Mas você sabe lapidá-los?

Chegamos à metade de 2021. Já iniciamos a preparação das nossas listas de desejos para o Natal e Ano Novo. Com a mudança nos hábitos de consumo, pequenas, médias e grandes empresas tiveram de correr contra o tempo para conseguirem entregar seus serviços e produtos de forma online.

A pandemia fez do marketing e da publicidade não só a alma, mas também olhos, pernas e braços dos negócios. Afinal, a plataforma de vendas e comunicação com o usuário se tornou uma só: a Internet.

Publicidade e marketing experimentaram um boom inédito na história. A busca pelo termo “marketing digital” no Google subiu 53% em maio se comparado com o mesmo mês, em 2019.

Os 100 maiores influenciadores com mais interações no Instagram tiveram uma média de crescimento de 960 mil seguidores entre janeiro e março deste ano, segundo pesquisa feita em parceria pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) e a Socialbakers. É um aumento significativo se considerarmos que no último trimestre de 2020 o salto havia sido de 390 mil.

O e-commerce dentro do setor varejista mundial experimentou um crescimento de 209% em comparação com abril de 2019, de acordo com a ACI Worldwide.

Nesse cenário, o social commerce ganha cada vez mais espaço. Marcas brasileiras como a Magazine Luiza (MLGU3) já se aproveitam disso e, no perfil da varejista no Instagram, é possível efetuar a compra com apenas um clique na foto do produto.

De olho na onda do social commerce, as principais redes sociais do mundo já criaram plataformas para possibilitar as vendas dentro de seus ambientes. Facebook e Instagram lançaram, no ano passado, o Facebook Shop e o Instagram Shop.

Em 2019, o Instagram já tinha dado a possibilidade de que as vendas fossem realizadas na plataforma por influenciadores ou perfis de marcas com o Instagram Checkout. O Pinterest foi outra rede que anunciou, em abril, a expansão da parceria com o Shopify para acelerar seu social-commerce.

Entre as estratégias para obter sucesso no social commerce, observadas pela Insider Intelligence, estão o uso de influenciadores digitais, publicações com “call to action” para consumidores e conteúdo gerado pelo usuário.

Com isso, o marketing de conteúdo se apresenta como uma ferramenta importante para avançar no social commerce. Anote então mais uma dica: avaliações de produto por influenciadores, dos grandes aos micros, ajudam na decisão de compra.

Você está preparado para o Live Commerce em 2021?

Canais como Live Commerce, Live Blogging e OTT eram debatidos em foros de discussão segmentados para as equipes de marketing das empresas.

O Live Commerce é a venda de um produto ou serviço por meio de uma live. A venda ocorre em tempo real e dá para ver o resultado imediato das vendas. Parece algo simples, mas o que mais se erra nesta estratégia é não ter um objetivo claro para se realizar a Live Commerce.

A interação ao vivo e a compra em uma única ferramenta ainda é um desafio no Brasil. Muitas empresas fazem a interação no Instagram e no Facebook, apresentam os seus produtos, criam engajamento com o público por meio de um bom apresentador, investem em cenário, mas a venda só pode ser concluída no site da empresa, obrigando o cliente a usar outra ferramenta.

Para tirar o melhor proveito dessa estratégia é necessário investir em tecnologia para integrar apresentação e venda do produto na mesma plataforma. Além disso, contar com equipamentos apropriados, uma boa câmera, iluminação e, claro, ter o objetivo de vendas adequado ao seu público.

Já o Live Blogging é algo feito pelas TVs tradicionais, por exemplo: o acompanhamento, em tempo real, de um evento, episódio, lançamento de um produto. É a entrega da atualização de um acontecimento para um público interessado naquele assunto. Também exige planejamento.

Você, como gestor de uma empresa, precisa saber quais eventos fazem sentido para o seu público, sobre qual assunto do momento vale se posicionar para engajar o seu consumidor e qual assunto é bom se afastar.

Esta é uma ferramenta de marketing que exige muita cautela e que também traz ganhos palpáveis às empresas. Para facilitar a operação dela, há algumas ferramentas como Twitter, Live Blog, 24Live Blog entre outras.

Por último, há a alternativa de produzir seus vídeos, que podem ser no formato de Live (transmissão ao vivo pela internet) ou VOD (vídeo gravado antes de ir ao ar). O OTT, assim como a Live Commerce e Live Blogging, também requer um objetivo de curto, médio e longo prazo.

Então, esse cenário de oportunidades com o social commerce demanda não somente aumentar o investimento, mas especialmente um planejamento bem desenhado.

As plataformas que conectam influenciadores e anunciantes são várias. Entretanto, é fundamental que a marca tenha acesso a informação e tecnologia para tirar proveito da imensidão de dados qualitativos e quantitativos que as redes sociais geram.

O social commerce é uma mina extremamente preciosa para as marcas. O segredo está em saber explorar esses diamantes da forma mais eficiente.

Fonte: Money Times. Publicado em 08/06/2021, às 14h22, por Paulo Leal.


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