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Notícias e negócios

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Varejo deve investir em soluções e reorganização interna em 2021

O mercado do varejo inicia 2021 com um sentimento de esperança de crescimento com a possibilidade de vacinação contra o COVID-19, que, além do benefício à saúde da população, também gera uma oportunidade.

Do ponto de vista da transformação digital, 2020 acelerou as mudanças no varejo criando uma migração para o e-commerce. Aqueles que investirem em soluções e omnichannel são aqueles que terminarão o ano com bons resultados.

Isso porque o pequeno varejo, como um todo, sempre esteve muito distante da internet.. Quase 90% dos pequenos empreendimentos não possuíam presença digital, segundo dados recentes levantados pelo IEMI – Inteligência de Mercado. O fechamento das lojas apenas antecipou a necessidade destes varejistas em atualizar-se. 

Segundo Roberto Kanter, professor de MBA da Fundação Getúlio Vargas,  empresas que aceleraram o processo digital e conseguiram sucesso, conseguiram sucesso, pois tiveram tempo para se planejar para trazer soluções para as mudanças .Em contrapartida, aqueles que não fizeram isso tiveram resultados ruins, segundo Kanter.

Internalização

Para Kanter, a operação digital precisa de atenção e planejamento, porque não funciona de maneira semelhante à de uma loja física. A relação entre varejo de rua e virtual já está entrelaçada e precisa de amadurecimento de gestão para lidar com ela. 

Todos os escopos devem notar essa mudança de percepção e trabalho. Novas soluções mais seguras e integradas, apostas eficientes de multicanal e foco na experiência do cliente são algumas práticas que mostram como o atual varejista deve atuar.

A reorganização interna das companhias é uma tendência para 2021, muito pelas experiências adquiridas ao longo do ano passado. 

Ao invés do mercado apostar em expansões, será o momento de trabalhar melhor as experiências. 

Veja abaixo mais algumas tendências apontadas pelo especialista e professor da FGV. 

Fortalecimento dos marketplaces:

Potencialmente utilizado pelas PMEs para aquisição de clientes. Grandes players estão investindo nisso como Magazine Luiza, Amazon e Americanas. É preciso, no entanto, ter uma estratégia de retenção de cliente e CRM, para que não seja obrigado sempre a ficar no marketplace para conseguir boas vendas.

Clubes de compras:

Seja qual for a categoria, esses sistemas em que o cliente percebe um valor maior na aquisição dos bens deve ter uma maior procura. Destaque para alimentos, acessórios, produtos para bebês, casa e higiene pessoal.

Direct to Consumer (D2C):

A experiência do usuário contará cada vez mais. A tendência D2C vem com força e crescerá nessa década. Todas as empresas em algum momento terão canal próprio e direto para vender ao consumidor. 

Fonte: Mundo do Marketing – publicada em 14/01/2021

https://www.mundodomarketing.com.br/reportagens/planejamento-estrategico/39024/varejo-deve-investir-em-solucoes-e-reorganizacao-interna-em-2021.html


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